Areia, orquídea, cestinha e paralamas

Domingo fui à praia. Escolhi estrategicamente meu lugar na areia. Desviei dos jogos de vôlei, fugi dos pombos, até que achei uma clareira bem bacaninha e me instalei. Era a rota das crianças até a água. Passei o dia comendo areia e xingando.
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Andava eu pela Marquês de Abrantes no sábado quando vi uma caloi ceci amarrada na árvore com uma plaquinha de vende-se. Tinha cestinha e paralamas! Liguei pro dono, comprei e voltei pra casa pedalando. Mas agora estou com medo que me roubem essa também. Me apeguei à cestinha e ao paralamas.
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Falando em traumas, depois da tragédia dos pintos, não desisti de criar um ser vivo. Plantei uma muda de orquídea na árvore do meu prédio. Ontem sonhei que um vento muito forte arrancava minha orquídea da árvore e ela ia parar no meio da rua e um carro estraçalhava ela.
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