Vi por aí e não quero esquecer

Um detalhe sobre o tempo,  no conto Salvador Janta no Lamas, de Victor Giudice, que me lembrou A Montanha Mágica:

Os três olhares se uniram num foco único e atingiram-no por uma fração de tempo que para uma vida é irrelevante, mas para um olhar é uma vida.

-x-

Palavras lindamente inventadas por quem pode inventar palavras:

(…) Com que inocência demito-me de ser 
Eu que antes era e me sabia 
Tão diverso de outros, tão mim mesmo, 
Ser pensante sentinte e solitário 

(…) Peço que meu nome retifiquem. 
Já não me convém o título de homem. 
Meu nome novo é Coisa. 
Eu sou a Coisa, coisamente.

(Eu Etiqueta, Carlos Drummond de Andrade)

-x-

O chão o Theatro Municipal, ligeiramente mais bonito do que o meu:

-x-

E o capricho de uma cidade que,  numa foto de restauração de um telhado, tem o Pão-de-Açúcar por detalhe:

Fotos daqui.

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s