Squash

Adiei ou desisti, ainda não sei bem, desse lance de exercícios ao livre. O ar livre tem o preço da exposição ao programa de redistribuição compulsória de renda (assaltos), e, podendo evitar, prefiro não dividir minha renda com ninguém. Estou num momento egoísta.

Na busca por um trabalho aeróbico que não me fizesse contar os minutos pra acabar, as opções eram dança ou esporte. Dança foi prontamente descartada porque, além de prego, também sou tímida.  Nos esportes, as opções eram coletivos ou individuais. Eliminei os coletivos porque não quero ser linchada pelo time. Nos esportes individuais, a primeira coisa que me ocorreu foram os de luta. Mas esses envolvem, penso eu, bater e apanhar. Não quero apanhar. Descartei as lutas.

Eu precisava então de um esporte individual altamente aeróbico, sem contato físico com o adversário, e com regras bem simples, porque ou eu penso ou me mexo. Foi assim que o squash me pareceu a salvação da lavoura.

Na primeira aula, que foi ontem, quase morri. Mas o professor foi um docinho e fingiu naturalidade todas as vezes que eu distribuí raquetadas a esmo pelo ar. Dizia que eu só estava “errando o tempo da bola”. Gentil, né? E querem saber? Sinto que tenho potencial. Vocês ainda ouvirão falar de mim.

Obs.: A quem se interessar, tem no Centro (Academia Speed Squash) e na Glória (Rio Squash Clube). O resto é no Leblon e Barra da Tijuca.

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