O que realmente importa

Tem coisas que é melhor escrever pra não esquecer. Ainda mais no meu caso que sofro de perda de memória recente. E antiga também.

Tudo começou com esse post do La cucinetta. Vira e mexe ela publica umas coisas que me fazem pensar. É simples, elementar, mas enquanto ninguém diz, a gente não se toca: que tal simplificar a vida e fazer o que realmente importa? Quanto tempo, espaço e dinheiro eu perco fazendo, acumulando e comprando coisas que simplesmente não importam? Todas as roupas do meu armário são importantes para mim? Idem para os sapatos e bolsas e brincos e tudo. Só não vou estender esse raciocínio para a casa, senão marido enfarta. Mas caramba, quanta tralha. E do que eu faço, o que é realmente importante? Exclua-se daí o que é obrigatório, tipo trabalho. Não estou disposta a mudanças dessa monta. Ademais, marido também enfartaria se eu resolvesse abandonar algum emprego. Ele tem medo que a gente passe fome na velhice. Mas voltemos. Quanta coisa a gente faz por fazer, sem precisar nem querer? Tipo assistir Domingão do Faustão? Se bem que eu já evoluí desse estágio, agora eu assisto Mulheres Ricas. Muito mais edificante.

Matutando sobre isso, descobri a pólvora. Esse ano eu vou:

– gastar meu tempo exercitando o corpo para que as neuras saiam pelos poros;

– gastar meu dinheiro com coisas que se guardam na memória e não no armário;

– me empenhar em ser importante para alguém.

Me aguarde, 2012!

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