Raízes do Brasil

Depois do pão, do iogurte e da geleia, chegou a vez da tapioca em casa. É um barato esse lance de fazer em casa coisas que a gente sempre comprou prontas. Dá uma sensação de autonomia, sabe? E eu viajo na parada, me sinto reconstruindo o mundo pré-capitalista, as raízes do Brasil… Não é do livro do Sérgio Buarque de Holanda que estou falando. É dos índios mesmo.

Isso tudo foi só porque comprei aquele pó branco que vendem na feira e nem o nome eu sei…

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Falando em Raízes do Brasil, lá estava eu sozinha na sala, como de costume, sentada no sofá vendo o Rei na TV, e chorando. Não tem jeito, é bater o olho no velhinho de terno azul e branco pra eu ficar assim. Mas quer saber? Não sou maluca. Alguém nesse mundo me entende.

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Sim, caro leitor, eu chamei tapioca e Roberto Carlos de raízes do Brasil. Me deixa. E pra não perder a viagem, fica aí com umas fotinhos de roupas também, porque o capitalismo tem seu lado bom.

  (calça Modamania, blusa não lembro de onde, jaqueta perfecto vintage, coturno Arezzo, bolsa sem marca)

 (calça Colcci, camiseta x-site, blazer Lee Loo, tênis All Star, bolsa Mr Cat, lenço vintage)

a (blusa Folic, calça Animale, bolsa Sacada, sapatilha não se de onde)

  (camisa C&A, saia Sacada, cinto MBE, oxford Shop 126, bolsa Galpão 65)

  (vestido e bolsa Folic, sapatilha Paquetá)

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