Uma pôia no Arquivo Geral da Cidade

Depois da saga na Prefeitura, lá se foi a pobre pôia para o Arquivo Geral da Cidade. Entrou toda serelepe, deixou a bolsa no armário da recepção, pegou a chave, e foi orientada a dirigir-se ao 3º andar.  Chegando lá… um doce para quem adivinhar o que aconteceu. Papelzinho colado na porta de vidro! Muito familiar… Os dizeres eram mais ou menos esses:

“Durante as duas primeiras semanas de agosto, período compreendido entre os dias 1 e 15 de agosto, o atendimento será feito no 2º andar.”

Lá se foi a pôia para a escada, rumo ao 2º andar. Claro que ao chegar lá e pedir informação, foi orientada a retornar ao 3º andar, porque afinal, só uma pôia mesmo pra ficar lendo plaquinhas por aí e, pior, acreditando nelas.

Desta vez, pelo menos, nem perdeu tempo explicando por que raios foi parar no 2º andar.  Na verdade, já estava começando a cogitar um possível diagnóstico de esquizofrenia. Talvez só ela visse os cartazes, como o cara de Uma Mente Brilhante. Debitando-se daí o detalhe da mente brilhante. De brilhante, a pôia só tem a sapatilha.

Por fim, não tem planta do meu apartamento em lugar nenhum. Dessa forma, moro em uma residência sem limites definidos. Só deus sabe o que de fato me pertence. Se disserem que tal área é minha, eu acredito. Se disserem o contrário, eu entubo. Afinal, coisas de pôia…

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