O tempo não para, mas bem que podia

Tava pensando… E se tudo parasse onde está? Se os preços parassem de subir, e os salários não precisassem aumentar mais, e a meta fosse simplesmente ser útil? E só.

E se não trocássemos mais de carro, de celulares, de roupas? E se as coisas voltassem a durar por uma vida inteira? Se ao invés de comprar um ipad, a gente tivesse tempo livre pra ir à praia sempre que o dia estivesse bonito? E fosse feliz por isso.

Se tivesse um ciclovia bem na AV. Rio Branco e na Presidente Vargas, e a gente saísse do escritório e andasse de bicicleta no meio do dia, só porque deu vontade? E se a praça voltasse a ser aquela gramada ao ar livre, e não a de alimentação dentro dos shoppings? E se a comida não fosse embalada em plásticos? E se voltasse a ter cheiro…

E se as casas voltassem a ter quintal? E voltassem o leiteiro e os potes de vidro nas calçadas? Se as sacolas voltassem a ser de pano e as embalagens de papel ou vidro…

Tava pensando… Ao invés de crescer a economia, queria que crescessem árvores nos países.

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2 Respostas para “O tempo não para, mas bem que podia

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